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Super-heróis

Centro Joao Paulo II Dia das Criancas Sempre que sou convidada para falar com estudantes de Jornalismo lembro a moçada de que nossa profissão é composta por duas grandes áreas indissolúveis e igualmente importantes: Comunicação Social. Nesta segunda esfera, acredito ser a obrigação de um jornalista fazer algo de concreto e de bom pela sociedade.

Nestes seis anos de Talk sempre tivemos alguma entidade apoiada com trabalho voluntário de toda a nossa equipe. Em março do ano passado, a amiga Michelle Thomé nos trouxe de volta o convívio com o Professor Belmiro Valverde Jobim Castor, que preside o Centro de Educação João Paulo II (CEPJII). Desde então, a escola tem sido o nosso cliente do coração.

O Centro de Educação João Paulo II atende mais de 250 crianças e adolescentes carentes de Piraquara, com um padrão de ensino ao estilo de país escandinavo de tão bom, jornada escolar de mais de oito horas, esportes, artes e três refeições por dia para a criançada. Os alunos são selecionados pelo critério da renda familiar, ou seja, quanto menor a renda, maior a prioridade para a matrícula.

Se você ainda não conhece o colégio, vale a pena dar uma olhada no site http://www.joaopaulosegundo.org.br ou na fanpage http://www.facebook.com/centrojoaopaulosegundo

Temos, todas aqui da Talk, o maior orgulho em fazer parte deste projeto. E tenho, pessoalmente, a foto anexa como minha motivadora para dias em que algo não vai bem. Não sei se é porque tenho filho menino, mas me toca profundamente essa imagem da festa do Dia das Crianças no Centro, com esse trio feliz da vida com as fantasias e os doces doados por voluntários. Lindos super-heróis.

Beijos,

Karin Villatore

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Dia Mundial dos Animais de Rua

No dia 04 de abril foi comemorado o Dia Mundial dos Animais de Rua. A data foi escolhida por coincidir com Dia de São Francisco de Assis, santo protetor dos animais. Achei a data interessante e sou suspeita para falar qualquer coisa, pois lá em casa tem uma gata e uma cachorra que adotamos da rua. Mas esses bichinhos conseguem, de alguma forma, nos encantar e trazer alegria para o nosso dia, às vezes, até com as travessuras que aprontam.

Desde que resolvemos ter um animal de estimação em casa pensamos em adotar, afinal, são tantos bichos soltos nas ruas sem um lar. Às vezes, pode até parecer um pouco piegas essa comoção da minha parte pela causa, sendo que milhares de pessoas sofrem com a pobreza, a desnutrição e outros tantos males que assolam a sociedade. Na verdade, me incomodo e muito com esse tipo de situação. Mas é que os bichos são seres inofensivos e que dependem muito do ser humano, por isso me sinto na obrigação de tentar ajudar de alguma maneira.

Então, acho que esse post seria mais um apelo para as pessoas repensarem determinados conceitos como a compra de animais em pet shops. Muitos criadores deixam esses animais em condições subumanas, as fêmeas mal saem de um cio e já são colocadas para criarem novamente. Isso não é condição adequada para se tratar um bicho que não consegue se defender, muito menos maneira de criar.

Enfim, se você realmente gosta de animais e está pensando em ter um, não compre! Adote! São várias as ONGs que recolhem animais e colocam para adoção em feiras e eventos. Essas instituições estão lotadas com animais abandonados. Acredite, você não vai se arrepender, pois o carinho recebido por um SRD (sem raça definida ou, então, os conhecidos vira-latas) é compensador.

Luanda Fernandes

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Talk Comunicação recebe homenagem da Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas

No dia 28 de setembro a jornalista Karin Villatore, diretora da Talk Assessoria de Comunicação, recebeu uma homenagem da Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas, na Câmara Municipal de Curitiba, às 20h. A solenidade foi realizada em comemoração aos 25 anos da Associação e a homenagem foi um reconhecimento da entidade a algumas pessoas e empresas parceiras que auxiliam no trabalho realizado pela Associação.

Na ocasião, a diretora da Talk Assessoria de Comunicação fez um discurso que reflete bem o prazer do trabalho voluntário:

“No último dia 28 de agosto comemoramos o dia nacional do voluntariado.  Esta data foi instituída em 1985 pelo governo federal pela lei 7.352. Mas, afinal, o que é o voluntariado? Gostei de uma definição que encontrei em um trabalho acadêmico e que dizia: ‘é uma ação que tem como função ser mediadora na condução das questões sociais, ancorada no princípio da solidariedade e que, por esta razão, tem a capacidade de gerar transformações na busca da justiça como resgate da dignidade do ser humano.

Nós, brasileiros, somos, por natureza, solidários. A procura por essa geração de transformações sociais faz parte da nossa cultura. Pesquisas mostram que 1 em cada 5 adultos é voluntário em nosso país e que cada problema social que enfrentamos é uma oportunidade de ação cidadã. Uso o termo oportunidade porque o trabalho voluntário não é uma atividade fria e impessoal. É uma rica oportunidade de se fazer amigos, de viver novas experiências, de conhecer outras realidades. Nesta via de mão dupla, o voluntário doa sua energia e criatividade, mas ganha em troca contato humano, aprende coisas novas, tem uma enorme satisfação por se sentir socialmente útil. Além de um ato humanitário, ajudar o próximo é um ato de autoajuda.

Infelizmente, problemas sociais não faltam em nosso país.  Problemas como o do hospital de clínicas do paraná, que tem um orçamento anual de cerca de 100 milhões de reais e um déficit de, aproximadamente, 1 milhão por mês. Nós, voluntários da associação dos amigos do hospital de clínicas, homenageados hoje, somos igualmente uma pequena parte do grupo de centenas de pessoas que ajudam o hospital. Pessoas que lembram, por meio do voluntariado, que o que é público é nosso.  Quando nos identificamos com a nossa família, cuidamos do bem-estar dela, quando nos identificamos com nossa empresa, cuidamos do sucesso dela, quando nos identificamos com nossa comunidade e com o planeta, nos tornamos administradores sociais e ambientais. Sentimos como se fossem nossos os sucessos e os fracassos daqueles com quem nos preocupamos. Por que, então, não cuidarmos de nossos hospitais, nossas praças, nossas creches e demais espaços públicos, para que eles efetivamente se tornem parte do que somos?

Em nome de todas as pessoas homenageadas de nosso grupo, desejo que, nesta nova era, em que se faz urgentemente necessária a presença ativa da sociedade civil na discussão das soluções para as prioridades sociais, o voluntariado crítico, movido pela solidariedade, tenha um papel cada vez maior na construção de uma sociedade comprometida com o bem-estar de seus membros e de um estado com a participação efetiva dos cidadãos nas decisões de interesse coletivo.  Desejo, também, que muitos outros mais venham participar desta trajetória voluntária, pois as necessidades são enormes. A decisão ética, cidadã e humanitária de participação tem impacto decisivo na vida de outros. Estamos, todos nós, construindo um legado. Desejo que consigamos abrir os nossos corações e a nossa consciência para absorvermos esse aprendizado.

Por fim, agradecemos à câmara de vereadores de curitiba, em especial à vereadora julieta reis, por este momento tão representativo em nossas vidas. Em especial, tomo a liberdade de fazer um agradecimento pessoal à amiga maria elisa ferraz paciornick, diretora da associação dos amigos do hospital de clínicas, uma das mais admiráveis pessoas com quem convivo e que o trabalho voluntário me oportunizou conhecer.  Maria elisa, mais do que ninguém que conheço, consegue incorporar a definição que citei no início deste discurso sobre o que é voluntariado, e tem, efetivamente, a capacidade de gerar transformações na busca da justiça como resgate da dignidade do ser humano”.

Karin Villatore

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Tragédia

Imagens da tragédia que aconteceu devido à chuvas intensas que caíram na Região Serrana do Rio de Janeiro nos últimos dias chocam quem assiste aos noticiários. Diante deste cenário a solidariedade (quem não se lembra das imagens de uma mulher resgatada por uma corda puxada por vizinhos?) e a vontade de ajudar afloram e devem ser levadas adiante.

Para ajudar, a Prefeitura de Curitiba lançou a campanha SOS Rio e a intenção é arrecadar água mineral, roupas, cobertores, colchonetes e itens de higiene pessoal para os desabrigados pelas enchentes. Os donativos podem ser entregues em todas as regionais da Rua da Cidadania, na sede central da Prefeitura de Curitiba e na Fundação de Ação Social (FAS). Lotes de grande quantidade de donativos podem ser informados pelo telefone 156, para que a coleta seja providenciada.
Além disso, todos os postos da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Paraná também estão recebendo donativos e vão encaminhar as doações para a PRF do Rio de Janeiro, que ficará responsável pela distribuição do material.

Quem quiser ajudar em Curitiba pode procurar:

• Hospital da Cruz Vermelha – Avenida Vicente Machado, 1310, Batel – (41) 3016-6622.
• Prefeitura de Curitiba – Avenida Cândido de Abreu, 817 – Centro Cívico
• Fundação de Ação Social – Rua Eduardo Sprada, 4.520 – Campo Comprido
• Ruas da Cidadania:
Regional Bairro Novo – Rua Tijucas do Sul, 1700 – Sítio Cercado
Regional Boa Vista – Avenida Paraná, 3600 – Boa Vista
Regional Boqueirão – Terminal do Carmo
Regional Cajuru – Rua Luiz França, 2032 – Cajuru
Regional CIC – Rua Manoel Valdomiro de Macedo, 2460 – CIC
Regional Matriz – Praça Rui Barbosa
Regional Pinheirinho – Rua Winston Churchill, 2033 – Pinheirinho
Regional Portão – Rua Carlos Klemtz, s/nº – Fazendinha
Regional Santa Felicidade – Via Vênete, s/nº – Santa Felicidade
Thalita Guimarães        

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Projeto Escola Pública‏

Esta semana recebi um email informando sobre um projeto de Lei do Senado, de n.° 480, que determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014. Confesso que achei o máximo este projeto do Senador Cristovam Buarque, uma vez que acredito que o resultado seria muito positivo para a educação brasileira.

É só imaginar o cenário. Quando os políticos se virem obrigados a colocar os filhos na escola pública duvido que vão deixar de investir na qualidade do ensino público como vem ocorrendo e, consequentemente,  a qualidade da educação brasileira irá melhorar. Conversando sobre este assunto, tive o desprazer de discutir com alguns amigos que acharam um absurdo a proposta.

Ora, talvez quando eu for muito rica e tiver apenas um filho para que eu possa pagar todo o ensino para ele e não me importar com o próximo eu realmente ache este tipo de proposta um erro. Mas, enquanto eu  verificar que no Brasil os menos abastados não têm vez e dependem de um sistema cada vez mais corrupto que não investe na qualidade do ensino por não querer formar seres pensantes e críticos, vou lutar para que haja melhorias a serem feitas. Nem que seja apenas colocando pressão para que este projeto seja aceito.

Nada contra quem tem condições de pagar saúde, escola e outras coisas. Só acho que quando nossos representantes tiverem que usar o serviço que oferecem (educação, saúde, pagamento de impostos – que deveriam pagar, mas sabemos que muitos só reembolsam-  etc) o Brasil iria se tornar um país digno para todos.
Thalita Guimarães        

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Campanha para frio

Ainda bem que nos dois últimos dias o tempo melhorou um pouco e saiu até um solzinho. Meio tímido, mas melhor do que o frio de lascar da semana passada. Conversando aqui sobre como voltamos para casa no fim do expediente e nos jogamos embaixo das cobertas, surgiu um questionamento. Imagina não ter uma única manta para se proteger do frio?

Pensando nisso, resolvemos pedir a ajuda de todos que entram no nosso blog para aquecer o inverno de alguém. Não deixa de ser uma oportunidade para fazer aquela limpa no guarda-roupa. Quem quiser, pode doar nas unidades do Frischmann Aisengart / DASA ou trazer as doações até a Talk Comunicação. Ainda se for muito difícil, podemos dar um jeito para passar pegar. O importante é ajudar.
Vamos participar?

Thalita Guimarães

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Ajudar é um ato egoísta

O raciocínio é simples. Você consegue imaginar a Madre Teresa de Calcutá, o
Gandhi ou a Dra. Zilda Arns sentindo um vazio interior ou tomando Prozac? Ou este mesmo grupo apelando para aulas de Yôga, meditação ou acupuntura para se livrar da depressão? Eu não consigo.
O que eles têm que nós não temos? Eles ajudam -ou ajudavam- pessoas. O tempo todo. Não apenas na época do Natal, como a maioria de nós faz.
Todo ano é a mesma coisa. Quando chega a época do Natal, milhares de nós corremos para as lojas de R$ 1,99 e afins procurar brinquedos para doar para entidades beneficentes. E sentimos que estamos com nosso dever cumprido e que conseguimos nos redimir dos pecados que cometemos. O ano vira e o antidepressivo continua na cabeceira da cama.
Vivemos num país que, infelizmente, proporciona uma infinidade de oportunidades de trabalhos voluntários nas mais variadas entidades filantrópicas e ONGs. Empregos não-remunerados de tudo que é tipo. Para quem quer ajudar criança, para quem não quer se envolver demais, para quem quer mergulhar de cabeça, para quem só se sensibiliza com animais em extinção, para quem ama as plantas, para quem quer “adotar” um velhinho, para quem está envolvido com a questão agrária. Todos, sem exceção, com problemas dos mais urgentes e emergenciais.
Independentemente do tipo de engajamento, aos poucos o voluntário vai se curando da depressão, deixa de sentir o tal do vazio interior e sente que é imprescindível. E descobre que, mais do que um ato humanitário, ajudar o próximo é um ato de auto-ajuda. Do altruísmo ao egoísmo.
Quer começar? Descubra o que você pode e gosta de fazer. Procure a entidade que mais se encaixa neste perfil e vá em frente. O sorriso de uma criança, a perpetuação da espécie de um bicho ou uma noite dançando com um idoso em um asilo valerão, com certeza, mais de mil drágeas de Prozac.

Karin Villatore

A Talkcomunicacao faz trabalho voluntário de Assessoria de Imprensa para o Amigos do Hospital de Clínicas – AAHC. Na foto Karin Villatore com a Ex-presidente do AAHC, Maria Eliza Paciornik.

Maria Elisa Ferraz Paciornik e Karin Villatore

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